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Representar as pessoas e fortalecer as organizações sociais.

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quinta-feira, 17 de março de 2016

Mutirão comunitário contra o Aedes no bairro Rio Branco

Desde o último sábado, 12 de março, um mutirão de combate ao mosquito Aedes Aegypti vinha sendo preparado no bairro Rio Branco, por equipes das Secretarias Municipais de Relações Institucionais e de Saúde, e que também contou com o apoio do mandato do vereador Ivo Fiorotti. Na tarde da última quarta-feira, 16 de março, o trabalho começou a ser realizado através de um mutirão comunitário.
A ação contou com a participação de lideranças de cinco associações de moradores do bairro, entre elas, Ernani Nestor Nyland, da Associação de Moradores do Loteamento São Luis. “A gente aconselha o pessoal a não manter água parada e fechar as garrafas com tampa”, destacou Nyland.
As equipes se concentraram, a partir das 14h, na Associação dos Moradores do Parque São Jorge. Desse ponto, sob a coordenação de gestores das secretarias municipais de Saúde (SMS) e de Relações Comunitárias (SMRI), o grupo foi distribuído pelas ruas Veranópolis e Ulisses Guimarães e suas travessas, dentro de um raio de 300m, tendo como ponto de referência a residência onde foi identificado o primeiro caso autóctone (contraído na cidade).
Trabalho integrado
De um carro de som, um dos gestores da SMRI fazia o alerta aos moradores sobre a necessidade da prevenção e a importância de facilitar a ação dos agentes. Em duplas ou em trios, esses agentes ingressavam nas residências, orientando os moradores sobre os procedimentos de eliminação dos focos do mosquito.
"O objetivo é a eliminação de focos e orientação", explica médico veterinário Jean Pierre Maillard, da Vigilância em Saúde, que gerenciou a operação dos agentes.
Integraram a operação, 29 agentes - 13 agentes de endemia, e 10 agentes comunitários de saúde da UBS Boa Saúde e outros seis da UBS Rio Branco. Também participaram os presidentes das associações de moradores do Parque São Jorge, do Conjunto Habitacional Bandeirantes, dos loteamentos Eucalipto Velho e São Luis e do Bairro Rio Branco. No total, 102 residências foram vistoriadas.
"Desde que foi divulgado o aumento das notificações no bairro, as pessoas se tornaram mais receptivas, ainda que existam algumas recusas", conta a agente comunitária de saúde Maria Madalena Medeiros. No bairro, também têm sido realizadas pulverizações, como parte do trabalho de combate aos focos do mosquito.
Também apoiaram a atividade, delegados e conselheiros do Orçamento Participativo de Canoas e conselheiros locais de saúde. "Temos realizado interlocuções para o apoio dessas lideranças. O objetivo é que estendamos essa iniciativa a outros bairros", explica o diretor de Relações Comunitárias da SMRI, Alexandre Brito Hernandez.

Fonte: Prefeitura Municipal de Canoas
Foto: Ireno Jardim/PMC

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Dicas de como combater o mosquito transmissor da Dengue

Prossegue, em toda a cidade, as visitas domiciliares diárias dos agentes de endemia em ações de orientação, coleta e tratamento no combate ao mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue, e também transmissor de chikungunya e do zika vírus.
Além dos 41 agentes de endemia, desde o início de dezembro, outros 370 agentes comunitários do Programa Estratégia Saúde da Família atuam na prevenção da dengue em Canoas.
A Secretaria Municipal de Saúde alerta para os cuidados que precisam ser tomados para evitar o nascimento das larvas. Além desses, cidadãos devem colaborar permitindo e facilitando o acesso dos agentes aos imóveis e acatar as orientações prestadas por eles.
Dengue, Chikungunya e Zika Vírus
Estas três doenças virais além de terem alguns sintomas em comum, tem o principal, o transmissor delas, o vetor, o mosquito Aedes aegypti.
A principal maneira e a mais eficaz de combater estas três doenças é combater o mosquito Aedes, já que sem ele as doenças não se transmitem.
Se o mosquito não encontrar depósitos para colocar seus ovos este não conseguirá se reproduzir, não se reproduzindo, não haverá mosquito para transmitir os vírus das doenças acima e, consequentemente, não haverá epidemia.
Para combater é simples, não deixe depósitos ao ar livre e não junte objetos dentro de casa que possam acumular água.
Dentro de casa
Pratos dos vasos de plantas - colocar areia até a borda ou esgotar a água a cada cinco dias e, sempre lavando as bordas com esponja para remover os ovos.
Bandeja de degelo da geladeira - retirar a água e limpar as bordas a cada cinco dias, se for difícil a remoção para limpeza, colocar água sanitária a cada cinco dias (1/2 copo) 
Ralos - ralos que tenham pouco uso, colocar tela mosquiteiro nas aberturas e, se for difícil a colocação de tela, colocar água sanitária a cada cinco dias. (1/2 a 1 copo inteiro) 
Bandeja do ar-condicionado - os aparelhos mais antigos possuem, alguns, bandeja para captação da água que condensa no processo de refrigeração e esta acumula por alguns dias, não sendo possível o esgotamento da água, colocar água sanitária a cada cinco dias.
No pátio
Caixa d'água sempre com tampa - se não houver tampa, coloque uma lona bem amarrada de maneira a não ter nenhum espaço, pois o mínimo espaço a fêmea passa para colocar seus ovos.
Manter tampados tonéis e caixas d'água ao nível do solo para captação de água da chuva - mesmo procedimento da caixa d'água, só que se esta for no solo e for utilizada para captação da água da chuva, deve-se além de tampar ela, deve-se fechar o orifício que é utilizado normalmente para o "ladrão", pois serve de porta de entrada para a mosquita, além de esfregar as paredes destes depósitos.
Ralos - estes na parte exterior para captação e drenagem da água pluvial devem ser tapados com tela tipo mosquiteiro e na impossibilidade, colocar água sanitária a cada cinco dias.
Manter as lixeiras sempre tampadas e não deixar o lixo sem embalagem - toda lixeira sem tampa torna-se depósito para acumular água e o lixo sem embalagem, como, por exemplo, uma casca de ovo, pode-se tornar um depósito para a colocação dos ovos e, posteriormente, acumular água, assim como uma tampinha de refrigerante.
Manter as calhas sempre limpas e desobstruídas - calhas com excesso de folhas ou galhos, acumulam água da chuva, tornando-se depósito para o Aedes.
Jamais deixar garrafas, baldes, pneus, tanques, lonas, bebedouros, comedouros ao relento - todos esses objetos podem se tornar depósitos para a fêmea do Aedes depositar seus ovos.
Piscinas - manter a água da piscina com tratamento o ano todo, principalmente, com o cloro que evita a proliferação do mosquito. Se colocar lona para proteção durante o inverno, esgotar imediatamente assim que houver acúmulo de água da chuva.
Bromélias - não é necessário cortá-las, apenas a cada cinco dias jogar um jato de água com uma mangueira ou drenar a água acumulada, ou colocar um pouco de água sanitária a cada cinco dias.
Oco de árvores ou fenda em pedras - o mesmo procedimento que nas bromélias ou cimentar a parte que acumula água.
No passeio público
Nunca jogar lixo nas ruas, praças ou terrenos baldios, este lixo se transformará em depósito para a proliferação do Aedes e, consequentemente, da Dengue, Chikungunya e Zika Vírus. Uma simples tampinha de garrafa PET pode-se transformar em depósito, e este depósito originar um mosquito, e este se contaminar com o vírus que pode matar uma pessoa.
A população tem grande responsabilidade no que tange à prevenção, pois 40% dos depósitos identificados com larvas de Aedes foram encontrados dentro dos pátios das residências e os restantes 60 % dos lixos e pneus encontrados em terrenos baldios, estes jogados pela população.
Fonte: Ronaldo Botelho - Prefeitura de Canoas
Foto: Paula Vinhas

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Criado comitê de 2011/2012 de enfrentamento à dengue no município

Com a chegada do verão, cresce o alerta para a prevenção ao mosquito da Aedes Aegypti. Para enfrentar o inseto, e evitar a chegada da dengue em Canoas, foi empossado na tarde desta quinta-feira, 27, o comitê de enfrentamento à dengue municipal. O encontro com diversas lideranças aconteceu no auditório Sady Schivitz, na Prefeitura. De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Judith Vasconcellos, o trabalho conjunto das entidades deve manter Canoas longe da doença. “É um trabalho importante e que exige envolvimento da população. Só assim conseguiremos manter este quadro”.
Sobre isso, o secretário adjunto de saúde, Leandro dos Santos, lembrou que o papel da população é conjunto ao comitê. Todos precisam ter consciência do cuidado dentro de suas casas. “Não deixar água parada, observar as plantas. São pequenas atitudes que fazem uma grande diferença”. O vereador Ivo Fiorotti, líder do governo na Câmara de Vereadores, afirmou ainda que está em tratativas o encaminhamento de um projeto de lei que dará mais atenção ao trabalho realizado por agentes. “As pessoas precisam receber estes agentes, deixar que eles orientem todos os moradores. Só assim manteremos a fiscalização”. Foi com esta preocupação que o vereador já encaminhou através de Pedido de Providências ao Poder Executivo, a proposta de um projeto de lei que estabeleça normas para o combate das Endemias.
Participam do Comitê – além da Secretaria da Saúde - o Instituto Canoas XXI, a Defesa Civil Municipal, a Coordenadoria de Relações Comunitárias, Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Secretaria de Meio Ambiente, Secretaria de Serviços Urbanos, Secretaria de Segurança Pública e Cidadania, Secretaria de Educação, Lions Clube, Brigada Militar, Câmara de Vereadores e Conselho Municipal de Saúde, entre outras autoridades.
Na última avaliação levantada pela Vigilância, surgiram 18 casos suspeitos e dois casos confirmados importados, ou seja, de pessoas que se contaminaram em outras cidades: Minas Gerais e Porto Alegre. O último LIRAA (Levantamento de índice rápido para Aedes Aegypti) visitou 3.147 domicílios nos quatro quadrantes de Canoas. Em nenhuma residência foi encontrado o mosquito.
Fonte: Prefeitura de Canoas (Notícia: Cris Weber)

terça-feira, 1 de março de 2011

Combate ao mosquito da dengue

Fiorotti, Zimmer e Judite
A diretora de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal da Saúde, Judite Vasconcellos, e o vereador Líder do Governo na Câmara, Ivo Fiorotti, estiveram reunidos com o Procurador Geral do Município, Aloísio Zimmer Júnior, nesta terça-feira à tarde. Na reunião tratou-se de construir uma legislação que possa comprometer responsavelmente a cidadania canoense na ação pública de combate ao mosquito da dengue e construir novos instrumentos para uma ação mais eficaz dos Agentes de Combate às Endemias e da Fiscalização Sanitária, atores fundamentais na ação pública municipal de combate ao mosquito Aedes Aegypti. Na oportunidade, o Procurador do município presenteou o vereador com uma edição comentada da Constituição Estadual, de sua autoria. O vereador agradeceu pelo presente e destacou a sensibilidade do procurador em se empenhar para que, brevemente, um projeto de lei de iniciativa do executivo chegue à Câmara, qualificando a ação desta política pública de saúde.