Desde o último sábado, 12 de março, um mutirão de combate ao
mosquito Aedes Aegypti vinha sendo preparado no bairro Rio Branco, por equipes
das Secretarias Municipais de Relações Institucionais e de Saúde, e que também
contou com o apoio do mandato do vereador Ivo Fiorotti. Na tarde da última
quarta-feira, 16 de março, o trabalho começou a ser realizado através de um
mutirão comunitário.
A ação contou com a participação de lideranças de cinco
associações de moradores do bairro, entre elas, Ernani Nestor Nyland, da
Associação de Moradores do Loteamento São Luis. “A gente aconselha o pessoal a
não manter água parada e fechar as garrafas com tampa”, destacou Nyland.
As equipes se concentraram, a partir das 14h, na Associação
dos Moradores do Parque São Jorge. Desse ponto, sob a coordenação de gestores
das secretarias municipais de Saúde (SMS) e de Relações Comunitárias (SMRI), o
grupo foi distribuído pelas ruas Veranópolis e Ulisses Guimarães e suas
travessas, dentro de um raio de 300m, tendo como ponto de referência a
residência onde foi identificado o primeiro caso autóctone (contraído na
cidade).
Trabalho integrado
De um carro de som, um dos gestores da SMRI fazia o alerta
aos moradores sobre a necessidade da prevenção e a importância de facilitar a
ação dos agentes. Em duplas ou em trios, esses agentes ingressavam nas
residências, orientando os moradores sobre os procedimentos de eliminação dos
focos do mosquito.
"O objetivo é a eliminação de focos e orientação",
explica médico veterinário Jean Pierre Maillard, da Vigilância em Saúde, que
gerenciou a operação dos agentes.
Integraram a operação, 29 agentes - 13 agentes de endemia, e
10 agentes comunitários de saúde da UBS Boa Saúde e outros seis da UBS Rio
Branco. Também participaram os presidentes das associações de moradores do
Parque São Jorge, do Conjunto Habitacional Bandeirantes, dos loteamentos Eucalipto
Velho e São Luis e do Bairro Rio Branco. No total, 102 residências foram
vistoriadas.
"Desde que foi divulgado o aumento das notificações no
bairro, as pessoas se tornaram mais receptivas, ainda que existam algumas
recusas", conta a agente comunitária de saúde Maria Madalena Medeiros. No
bairro, também têm sido realizadas pulverizações, como parte do trabalho de
combate aos focos do mosquito.
Também apoiaram a atividade, delegados e conselheiros do
Orçamento Participativo de Canoas e conselheiros locais de saúde. "Temos
realizado interlocuções para o apoio dessas lideranças. O objetivo é que
estendamos essa iniciativa a outros bairros", explica o diretor de
Relações Comunitárias da SMRI, Alexandre Brito Hernandez.
Fonte: Prefeitura Municipal de Canoas
Foto: Ireno Jardim/PMC




0 comentários:
Postar um comentário
Obrigado por comentar neste blog