Nesta terça-feira, 11, o vereador Ivo Fiorotti foi representado por sua equipe de assessoria no evento local de enquadramento das Águas do Arroio Sapucai, que faz parte do processo de Plano de Bacia do Rio dos Sinos. O evento, coordenado pelo Comitesinos, ocorreu no Auditório da REFAP em Canoas e reuniu representação de diversas cidades banhadas pelo Arroio Sapucaia. Conforme nota do Presidente do Comitesinos, Arno Kayser, "o debate chegou à fase de conversar com os setores organizados da base das comunidades das bacias menores que formam o rio principal. O desafi o é saber como as pessoas vêem a qualidade destas águas e o que é possível fazer para melhorar os arroios que cruzam nossas comunidades e os usos que queremos de lazer, produção agrícola, produção industrial, abastecimento público e proteção da vida silvestre". Os debates desses eventos irão orientar o Comitesinos na tomada das decisões que legalmente lhe cabem dentro do Plano de Bacia.
A execução dos trabalhos do Plano de Bacia do Sinos está a cargo da Unisinos, com apoio do Comitesinos. O projeto conta com recursos da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (R$ 350 mil) e do Ministério do Meio Ambiente (R$ 1,3 milhão).
Basicamente, o Plano de Bacia do Rio dos Sinos é o conjunto de ações a médio e longo prazo para se atingir a quantidade e qualidade das águas da região, de acordo com os usos que se pretende para o rio em cada trecho de seu leito. É um planejamento onde a região da bacia hidrográfica é tratada como um todo.
Esse plano estipula, por exemplo, se a comunidade da bacia hidrográfica pretende manter ou recuperar a qualidade em determinado trecho para explorar turisticamente os balneários, garantir água para matar a sede de rebanhos ou manter o fornecimento para indústrias – a água para balneários precisa estar muito mais limpa do que para fornecimento industrial. Isso do ponto de vista da qualidade. Quanto à quantidade, o Plano de Bacia pode determinar prioridades. Um exemplo aí seria a opção por garantir fornecimento para agricultura, determinando que se instalem apenas indústrias que não utilizem tanto os recursos hídricos em seus processos. Clique no mapa para ampliar
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