Foto: G1
Por Fernanda Nascimento
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi o destaque da programação do Fórum Social Mundial (FSM), na terça-feira, 26. O chefe de estado discursou para uma plateia lotada no Gigantinho, em Porto Alegre. Ao lado do presidente da CUT, Arthur Henrique da Silva, da militante uruguaia da Articulación Feminista Marcosul, Lilian Celiberti e do coordenador do Ibase Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas), Cândido Grybowski, Lula avaliou o FSM após dez anos, discursou sobre a situação no Haiti, a discriminação sexual e a Conferência do Clima, entre outros tópicos.
O Fórum, dez anos depois
“Hoje, o Fórum continua intacto, maduro, calejado, mais senhor do conhecimento das dificuldades entre o fazer dos sonhos e a conquista das demandas”, avaliou Lula. A seguir, falou sobre o governo petista, “Há uma diferença entre o que o presidente sonhou a vida inteira e o que ele fez. Mas estou convencido de que vivemos um momento excepcional na América Latina, como um todo”, disse.
A luta pelos direitos humanos
No mês em que o Plano Nacional de Desenvolvimento Humano 3 (PNDH 3) está sendo duramente atacado por alguns setores como as empresas de comunicação social, a garantia dos direitos humanos foi uma das principais bandeiras levantadas no painel. Segundo Celiberti, este é o caminho do FSM, “O povo do Fórum é o povo da esperança, da luta. Lutamos contra o fundamentalismo religioso, contra as repressões, contra o preconceito racial e homossexual”, disse. Para Lula, a luta dos movimentos sociais tem sido contemplada pelo governo, que já realizou mais de 60 conferências, dando voz a todos os seguimentos sociais.
Davos
Ao comentar a sua ida ao Fórum Econômico em Davos, que acontece logo após o FSM, Lula ironizou o papel do espaço, “Eu tenho consciência de que Davos não tem mais o mesmo glamour de 2003. O sistema financeiro acabou de provocar a maior crise e em 2003 o grande medo era de que o Lula não conseguiria governar. Tenho orgulho de dizer que hoje o FMI deve ao Brasil 14 bilhões de dólares”, falou sobre forte salva de palmas.
Copenhague
“Cada um tem que limpar a sua sujeira, não aceitamos que alguém coloque o dedo sujo de óleo no nosso combustível limpo”, exclamou Lula. O presidente falou sobre a intransigência dos países ricos em aumentar suas metas de redução na emissão de gases e afirmou que, “O Brasil está preparado para reduzir em 80% o desmatamento da Amazônia em 20 anos”.
“Lula guerreiro do povo brasileiro”
Os aplausos para o presidente foram constantes durante todo o seu discurso. A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, também foi muito aplaudida pelos mais de 8 mil presentes no Gigantinho. Entre as demais autoridades presentes estava o ministro da Justiça, Tarso Genro, o prefeito de Canoas, Jairo Jorge, e o vereador Ivo Fiorotti.
O Fórum, dez anos depois
“Hoje, o Fórum continua intacto, maduro, calejado, mais senhor do conhecimento das dificuldades entre o fazer dos sonhos e a conquista das demandas”, avaliou Lula. A seguir, falou sobre o governo petista, “Há uma diferença entre o que o presidente sonhou a vida inteira e o que ele fez. Mas estou convencido de que vivemos um momento excepcional na América Latina, como um todo”, disse.
A luta pelos direitos humanos
No mês em que o Plano Nacional de Desenvolvimento Humano 3 (PNDH 3) está sendo duramente atacado por alguns setores como as empresas de comunicação social, a garantia dos direitos humanos foi uma das principais bandeiras levantadas no painel. Segundo Celiberti, este é o caminho do FSM, “O povo do Fórum é o povo da esperança, da luta. Lutamos contra o fundamentalismo religioso, contra as repressões, contra o preconceito racial e homossexual”, disse. Para Lula, a luta dos movimentos sociais tem sido contemplada pelo governo, que já realizou mais de 60 conferências, dando voz a todos os seguimentos sociais.
Davos
Ao comentar a sua ida ao Fórum Econômico em Davos, que acontece logo após o FSM, Lula ironizou o papel do espaço, “Eu tenho consciência de que Davos não tem mais o mesmo glamour de 2003. O sistema financeiro acabou de provocar a maior crise e em 2003 o grande medo era de que o Lula não conseguiria governar. Tenho orgulho de dizer que hoje o FMI deve ao Brasil 14 bilhões de dólares”, falou sobre forte salva de palmas.
Copenhague
“Cada um tem que limpar a sua sujeira, não aceitamos que alguém coloque o dedo sujo de óleo no nosso combustível limpo”, exclamou Lula. O presidente falou sobre a intransigência dos países ricos em aumentar suas metas de redução na emissão de gases e afirmou que, “O Brasil está preparado para reduzir em 80% o desmatamento da Amazônia em 20 anos”.
“Lula guerreiro do povo brasileiro”
Os aplausos para o presidente foram constantes durante todo o seu discurso. A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, também foi muito aplaudida pelos mais de 8 mil presentes no Gigantinho. Entre as demais autoridades presentes estava o ministro da Justiça, Tarso Genro, o prefeito de Canoas, Jairo Jorge, e o vereador Ivo Fiorotti.




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